Política de idiomas: 3 razões para sua empresa implementá-la agora

Uma política de idiomas pode ser o que falta para a sua empresa elevar a qualidade do quadro de colaboradores. Investir em um curso de inglês para os funcionários não deve ser visto como beneficio , mas sim, investimento. Hoje em dia, o contato com empresas estrangeiras é necessário em diversas situações e contar com pessoas que estão aptas a estabelecer essa comunicação é uma grande vantagem.

Afinal, já imaginou perder um importante contrato por não contar com alguém que possa negociar com executivos nativos em inglês? Muitas vezes, somente eleger o inglês como critério para contratação não é suficiente: pode ser que um candidato talentoso seja dispensado por conta desse detalhe, o que pode poderia ser evitado com o treinamento no idioma.

Além disso, nada melhor que cuidar da qualificação dos recursos humanos que já fazem parte da sua empresa. Se você ainda tem dúvidas quanto a implantar ou não o programa de treinamento de idiomas, bem como a politica de idiomas, acompanhe abaixo nosso post com as principais razões pelas quais você deveria fazê-lo.

1. O programa é estruturado

Implantar uma política de idiomas na empresa não significa que você terá que oferecer curso de inglês para todos. É possível definir certos critérios de elegibilidade que vão determinar quem participa. Nessa hora, vale priorizar alguns grupos, como:

Colaboradores em início de carreira, que devem ser engajados na política de retenção talentos;
Funcionários com pouca exposição ao idioma, mas com grande potencial de desenvolvimento;
Aqueles que já ocupam cargos de liderança e ainda não estão preparados no idioma.

2. O curso é direcionado

Além de poder avaliar quais colaboradores participam do programa, é possível direcionar ainda mais as aulas à situação de cada um deles.

Para a diretoria e os cargos mais elevados, que normalmente são colocados em contato direto com executivos estrangeiros, talvez as aulas individuais sejam as mais indicadas. Nelas, o progresso acontece de forma mais rápida e o conteúdo pode ser ajustado de acordo com as reais necessidades que forem surgindo.

Para colaboradores que têm potencial para alcançar promoções, as aulas podem ser in-company, em uma modalidade mais extensiva, o que significa um subsídio menor. Ainda que o progresso seja mais lento nessa modalidade, trata-se de um investimento para resultados em médio prazo, uma forma de preparar esse pessoal para uma possível promoção futura.

3. Uma equipe bilíngue é um diferencial

Se falar inglês é um diferencial para alcançar bons cargos no mercado de trabalho, contar com uma equipe bilíngue é, sem dúvida, também uma singularidade para sua empresa.

Afinal, poder se comunicar com pessoas do mundo todo quebra uma série de barreiras que impedem que negociações importantes aconteçam. Conversar, negociar e propor parcerias a pessoas que não falam português demanda um domínio do idioma delas.

Uma política de idiomas, quando bem implementada, é capaz de elevar a sua empresa a outros patamares, uma vez que confere maior controle do budget de treinamento. Vivemos em uma sociedade globalizada e é imprescindível contar com uma equipe de colaboradores adequados a ela.

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Níveis de proficiência em idiomas: como avaliar o candidato? Veja!

Nunca os níveis de proficiência em idiomas foram tão importantes para o mercado de trabalho quanto atualmente.

As exigências para determinados cargos levam as empresas a buscarem pessoas cada vez mais qualificadas para ocupá-los, o que não pode ser considerado de todo ruim, já que indiretamente, isso também faz com que as pessoas se preocupem em se preparar para atender a esse mercado.

Entretanto, avaliar candidatos também se tornou uma tarefa mais árdua. Ter um segundo idioma é imprescindível para diversas funções, já que o contato com parceiros e clientes estrangeiros é inevitável.

Para ajudar você a acertar na seleção de colaboradores, elaboramos esse post com algumas dicas. Acompanhe!

Quais são os níveis de um idioma estrangeiro?

Não basta ter conhecimentos em uma língua estrangeira, é necessário entender que existe uma classificação de níveis que faz toda a diferença.

Por exemplo, uma pessoa que consegue fazer um pedido em um restaurante, apresentar-se para outra pessoa ou perguntar pelo horário do voo, pode dizer que fala inglês. Porém, o que a diferencia do indivíduo fluente no idioma é o nível.

A proficiência no idioma é classificada da seguinte forma:

A1 – Consegue se comunicar em situações cotidianas que não demandem muito vocabulário;
A2 – Tem relativa autonomia para comunicar-se com falantes nativos;
B1 – Está apto a conversar sobre determinados assuntos de seu conhecimento;
B2 – Já compreende assuntos mais complexos, mas ainda sente tensão ao falar com nativos;
C1 – É capaz de entender textos mais longos e conversar sobre os mais variados assuntos;
C2 – Considerado fluente, compreende a língua em todos os seus contextos, bem próximo do que acontece com relação ao seu idioma materno.

Como avaliar a proficiência do candidato?

É claro que cada cargo exigirá um nível de proficiência e é isso que vai determinar os modelos de avaliação dos candidatos. Segue algumas dicas para obter uma avaliação efetiva nesse quesito.

Aplique avaliações

É importante utilizar testes que garantam a qualidade na avaliação do candidato. Existem alguns modelos disponíveis na internet, porem pode ser muito arriscado fazer uso desses testes sem a devida garantia de sua qualidade. Na prática, você pode consultar tutores de idiomas qualificados ou ainda melhor, contratar uma Consultoria especializada para ajudá-lo nessa tarefa.

Realize entrevistas direcionadas

A proficiência em um idioma não é medida somente pela perfeição da gramática, mas sim pela capacidade de se comunicar. Pensando nisso, vale a pena contratar serviço de avaliação oral para fazer uma entrevista com o candidato no idioma em questão e avaliar a sua desenvoltura ao compreender perguntas e respondê-las adequadamente.

Solicite certificados

Embora a proficiência no idioma possa ser medida por testes, você pode solicitar que a pessoa apresente certificações internacionais. Tais documentos são válidos em todos os países e garantem que o candidato foi avaliado por instituições com reconhecimento internacional.

Como se pode ver, mais que solicitar que seus colaboradores tenham conhecimentos em inglês, por exemplo, é necessário avaliar seus níveis de proficiência no idioma.

Além disso, para alinhar a sua equipe às suas expectativas nessa questão, você pode pensar em investir em gestão de ensino com consultores especializados para capacitá-los!

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5 razões efetivas para investir em cursos de inglês para empresas

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